Archive for maio \31\UTC 2009

Wolverine Origens – Análise

maio 31, 2009


Faço essa análise não como uma fã que sabe tudo de todas as histórias de Xmen, mas como uma pessoa que acha o personagem do Wolverine super interessante. Não só pelo lado animalesco que tanto atrai a mulherada mas também pela complexidade psicológica do moçoilo canadense.

O que eu acho mais legal de todas as histórias do Xmen é a gama de possibilidade que as interações dos diversos poderes oferecem. Mas enfim, voltando ao Wolverine… Ele é, certamente, um dos personagens mais cativantes dentre todos e definitivamente o meu favorito.

Por esse motivo, fiquei super ansiosa com esse filme. Queria muito ver a história do começo do Wolverine mostrada na telona. Saí do filme bastante decepcionada, não pela atuação do Hugh Jackman que eu considero excelente, mas pelo roteiro que parece ter sido escrito da noite pro dia. Achei o comportamento do Wolverine domado demais, esperava muito mais do sangue-nos-olhos que vemos nos quadrinhos (e que, inclusive, é nos prometido no trailer). Achei um filme de extremos: ou cenas de ação exageradas (com direito a matar duas pessoas cortando uma bala no meio) ou trechos super parados (como o wolverine pedindo desculpinha pra um senhor de idade por ter quebrado a pia do banheiro – como assiiiiiiiiiiim???). Os efeitos especiais também deixam a desejar em diversas situações e os outros personagens são muito pouco explorados (qual o nome do cara que teleporta? Se citaram em algum momento, eu nem reparei!). Tudo ficou muito vago e muito forçado. Enfim, acho que quem só acompanha a história pelos filmes deve ter gostado mas se você curte os quadrinhos e conhece o potencial do wolverine, não vá esperando muito…

Segue o trailer abaixo, para quem não viu ainda e quem quiser conhecer o site oficial, pode fazê-lo clicando aqui.

Crise do Rock

maio 31, 2009

Apesar de 2009 estar sendo um ano recheado de shows internacionais, infelizmente os maiores festivais que costumam acontecer no brasil, estão com os dias contados. Devido a crise econômica, as grandes multinacioanais que investem nesse setor, estão tirando seu time de campo literalmente.

Ja foi confirmado, que a Tim juntamente com a Skol cancelaram seus maiores festivais de música que trouxeram artistas como: Strokes, Franz Ferdinand, Bjork entre outros de todas vertentes musicais.
A grande vantagem desses grandes festivais, é justamente desembolsar uma quantia pré definida e aproveitar vários shows de alto nível, ao inves de gastar quantias absurdas, para um show a parte com cada banda.
Enfim, o Abril pro rock que acontece em Recife e o Porão do Rock que é realizado em Brasília são os filhos órfãos dos grandes festivais Tupiniquins. Para quem tiver chance de ir, vale muito a pena! Bom shows com grande estrutura e ótimo som.
O Porão do Rock costuma acontecer no 2º semestre do ano. quando estiver mais próxima vou postar a programação completa do evento.
Ouvindo: Dinosaur Jr – “Fell the pain”

See ya!!

Anjos e Demônios – Análise

maio 31, 2009

Adaptações de histórias de livros/quadrinhos são sempre muito polêmicas porque dificilmente atendem todas as expectativas dos fãs. Dificuldades para criar o mesmo mundo imaginário dos leitores para o mundo “real” do cinema são sempre uma constante, principalmente pela necessidade de fazer milhares de página encaixarem em duas horinhas de filme.

Apesar de notar algumas modificações na história do livro, gostei muito do filme.

Anjos e demônios estreiou no dia 15/05 e tem direção de Ron Howard e roteiro de Akiva Goldsman, as mesmas pessoas responsáveis pela adaptação de “O Código Da Vinci”. Resumidamente, essa aventura traz novamente o personagem Robert Langdon, interpretado por Tom Hanks (na ordem cronológica dos livros, essa história teria se passado antes de “O Código”). Nela, Langdon corre contra o tempo para desvendar uma ameaça do grupo Illuminati, que busca se vingar de um passado em que os cientistas eram caçados, torturados e mortos pela igreja.

Acho que o roteiro, apesar de alterado, ficou super interessante, dificil de descolar os olhos da tela, mesmo pra mim que já li o livro e já sabia o final. A interpretação é ótima, o roteiro idem fora todo o cenário da cidade do Vaticano que é lindíssima também.

Pra quem não viu o trailer, segue abaixo e por favor, levanta e vai já pro cinema que vale muito a pena!

Para acessar o site oficial, clique aqui.

The Blower’s Daughter – Closer

maio 31, 2009

“Hello stranger…”

Esta bela música é interpretada pelo irlandês Damien Rice.

O responsável pela trilha do longa é Steven Patrick Morrissey, e nela constam – além de Rice – nomes como Lisa Hannigan, Bebel Gilberto e The Smiths. Vale lembrar que o tema do filme é uma ópera de Mozart: Così Fan Tutte.

Sem dúvidas é um filme excitante e que facilmente prende nossa atenção e desperta em nós aquela curiosidade inata a todo homem de querer saber e desvendar mistérios de nossa vida, pois é disso que trata o filme, a vida, seus altos e baixos, incluindo aqueles segredos, sentimentos, paixões e intenções que somente nós e as paredes de nosso quarto conhecem. O amor a primeira vista entra em questão e nossos sentimentos.

Uma curiosidade do filme: alguns de seus diálogos foram usados em letras de faixas de bandas como Panic At The Disco! e Fall Out Boy. Que prestígio, hein!

Aqui no Brasil, esta música ganhou uma versão cantada por Ana Carolina chamada “É Isso Aí”.

Escute a música …

Conan – Dica de Filme e Trilha Sonora

maio 30, 2009

Há milhares de anos Thulsa Doom (James Earl Jones), um demoníaco feiticeiro, comanda um ataque por motivos até hoje não revelados que poderia ser simplesmente pelo prazer de matar ou para descobrir o segredo do aço, que era guardado pelos moradores desta aldeia. Conan (Arnold Schwarzenegger), um cimério, vê seus pais serem mortos na sua frente e seu povo ser massacrado, sendo que ele, ainda criança, é levado para um campo de escravos. Os anos passam e ele desenvolve uma enorme força física, o que faz Conan se tornar gladiador.

Ele ainda se mantém determinado a vingar a morte dos pais e quando é libertado tenta alcançar seu objetivo. Conan descobre que Thulsa Doom lidera o misterioso culto da serpente e, tentando se aproximar do feiticeiro, faz amizade com dois ladrões, Valeria (Sandahl Bergman) e Subotai (Gerry Lopez). Ao trio é prometida uma vultosa recompensa pelo rei Osric (Max von Sydow), que quer que o trio de guerreiros resgate sua filha, que se tornou uma seguidora de Thulsa Doom.
O primeiro Conan foi bem fiel em certos aspectos à personalidade do Bárbaro,
no entanto o filme erra na caracterização do Conan quando o mostra um escravo passivo, que espera ser libertado pelo Vanir no começo do filme e fica intimidado pelo rei no meio.

A essência do Conan do Howard ( criador)é a de um homem que nunca se curva a vontade de ninguém, ele é um bárbaro, na concepção de não civilizado ou dado a códigos sociais, ele não tem parâmetros de comportamento além de seu próprio código de conduta, principalmente, ele é um anti-herói. Uma adaptação mais fiel ficará mais volta para um clima sombrio, como o de terror, do que o de uma aventura da sessão da tarde, como foi o caso do segundo filme.
E falando no destruidor, ele não foi nem um pouco legal em termos de retratação da personalidade do Cimério, já que ele era um estúpido que nem sabia contar até três, o personagem é muito inteligente, senhor da estratégia, e da guerra; tudo isso leva a sua fase mais filosófica, CONAN REI, sim ele se torna rei.
Tirando a crítica de um fã (Hehe), o filme é excelente, desde a fotografia, figurino e o principal as músicas !
A trilha sonora é um show a parte, é um brinde a humanidade, a trilha que Basil Poledouris compôs para Conan vai desde as fontes musicais usadas e criadas e a maneira de trabalhá-las, até uma ativa participação na montagem final das cenas do filme (Poledouris é um dos raros exemplos de compositores formados em cinema, dominando tanto a edição como a direção). John Milius desejava que a música possuísse uma carga dramática intensa e ao mesmo tempo certa religiosidade de caráter primitivo. Por outro lado, devido a que a saga de Conan ocorre há uns doze mil anos (oito mil depois do hipotético afundamento de Atlântida).

Com todas estas idéias em sua cabeça, Poledouris compôs uma partitura que combina melodias modais, ritmos selvagens, orquestrações à la Miklós Rozsa(compare “Mountain of Power Procession” com “Parade of Charioteers”, de Ben-Hur) e referências à “Carmina Burana” de Carl Orff, obtendo um resultado tão coerente e atrativo que transcende às imagens da tela. O CD começa com “Anvil of Crom”, que reflete com tremenda energia o caráter bárbaro do personagem e a rudeza do mundo no qual transcorrem suas aventuras. Em “Riddle of Steel/Riders of Doom” a música inicia serena, contemplativa, e logo se transforma no furioso cavalgar dos ginetes que chegam para destruir os cimérios, o povo de Conan. Os textos em latim cantados pelo coral são do próprio Poledouris, e certamente resultam estremecedores. Com o sabor de uma tenebrosa cerimônia ritual, “Gift of Fury” serve de marco à cena onde a mãe de Conan é assassinada por Thulsa Doom, o líder de uma seita de guerreiros adoradores da serpente.

Muito sugestivas são também “Theology/Civilization”, “Wheel of Pain”, “Orphans of Doom/The Awakening” e “The Orgy”, em especial esta última, desenvolvida integralmente a partir de uma idéia melódica que se repete em um tenso crescendo orquestral. O disco está ordenado de acordo com as seqüências do filme, um critério pouco aconselhável na maioria dos casos e que, mesmo assim, aqui não atenta contra o conjunto da obra. Pode dar a sensação de que os melhores temas são os primeiros, mas para dizer a verdade o material é bastante uniforme. Poledouris triunfa no que o próprio filme fracassou: capturar a essência dos personagens e lugares fantásticos que Robert E. Howard imaginou há mais de sessenta anos. E ainda por cima, o faz com folgada qualidade musical. Uma obra imprescindível para os apreciadores da grande música do cinema.

Abaixo colocarei um links de uma música do filme.
 C – Conan

Se quiser comprar o Álbum clique aqui 1#

Só para terminar …. este ano sai CONAN 2009 !

Wolverine Origens – Análise

maio 30, 2009


Faço essa análise não como uma fã que sabe tudo de todas as histórias de Xmen, mas como uma pessoa que acha o personagem do Wolverine super interessante. Não só pelo lado animalesco que tanto atrai a mulherada mas também pela complexidade psicológica do moçoilo canadense.

O que eu acho mais legal de todas as histórias do Xmen é a gama de possibilidade que as interações dos diversos poderes oferecem. Mas enfim, voltando ao Wolverine… Ele é, certamente, um dos personagens mais cativantes dentre todos e definitivamente o meu favorito.

Por esse motivo, fiquei super ansiosa com esse filme. Queria muito ver a história do começo do Wolverine mostrada na telona. Saí do filme bastante decepcionada, não pela atuação do Hugh Jackman que eu considero excelente, mas pelo roteiro que parece ter sido escrito da noite pro dia. Achei o comportamento do Wolverine domado demais, esperava muito mais do sangue-nos-olhos que vemos nos quadrinhos (e que, inclusive, é nos prometido no trailer). Achei um filme de extremos: ou cenas de ação exageradas (com direito a matar duas pessoas cortando uma bala no meio) ou trechos super parados (como o wolverine pedindo desculpinha pra um senhor de idade por ter quebrado a pia do banheiro – como assiiiiiiiiiiim???). Os efeitos especiais também deixam a desejar em diversas situações e os outros personagens são muito pouco explorados (qual o nome do cara que teleporta? Se citaram em algum momento, eu nem reparei!). Tudo ficou muito vago e muito forçado. Enfim, acho que quem só acompanha a história pelos filmes deve ter gostado mas se você curte os quadrinhos e conhece o potencial do wolverine, não vá esperando muito…

Segue o trailer abaixo, para quem não viu ainda e quem quiser conhecer o site oficial, pode fazê-lo clicando aqui.

Crise do Rock

maio 30, 2009

Apesar de 2009 estar sendo um ano recheado de shows internacionais, infelizmente os maiores festivais que costumam acontecer no brasil, estão com os dias contados. Devido a crise econômica, as grandes multinacioanais que investem nesse setor, estão tirando seu time de campo literalmente.

Ja foi confirmado, que a Tim juntamente com a Skol cancelaram seus maiores festivais de música que trouxeram artistas como: Strokes, Franz Ferdinand, Bjork entre outros de todas vertentes musicais.
A grande vantagem desses grandes festivais, é justamente desembolsar uma quantia pré definida e aproveitar vários shows de alto nível, ao inves de gastar quantias absurdas, para um show a parte com cada banda.
Enfim, o Abril pro rock que acontece em Recife e o Porão do Rock que é realizado em Brasília são os filhos órfãos dos grandes festivais Tupiniquins. Para quem tiver chance de ir, vale muito a pena! Bom shows com grande estrutura e ótimo som.
O Porão do Rock costuma acontecer no 2º semestre do ano. quando estiver mais próxima vou postar a programação completa do evento.
Ouvindo: Dinosaur Jr – “Fell the pain”

See ya!!

Anjos e Demônios – Análise

maio 30, 2009

Adaptações de histórias de livros/quadrinhos são sempre muito polêmicas porque dificilmente atendem todas as expectativas dos fãs. Dificuldades para criar o mesmo mundo imaginário dos leitores para o mundo “real” do cinema são sempre uma constante, principalmente pela necessidade de fazer milhares de página encaixarem em duas horinhas de filme.

Apesar de notar algumas modificações na história do livro, gostei muito do filme.

Anjos e demônios estreiou no dia 15/05 e tem direção de Ron Howard e roteiro de Akiva Goldsman, as mesmas pessoas responsáveis pela adaptação de “O Código Da Vinci”. Resumidamente, essa aventura traz novamente o personagem Robert Langdon, interpretado por Tom Hanks (na ordem cronológica dos livros, essa história teria se passado antes de “O Código”). Nela, Langdon corre contra o tempo para desvendar uma ameaça do grupo Illuminati, que busca se vingar de um passado em que os cientistas eram caçados, torturados e mortos pela igreja.

Acho que o roteiro, apesar de alterado, ficou super interessante, dificil de descolar os olhos da tela, mesmo pra mim que já li o livro e já sabia o final. A interpretação é ótima, o roteiro idem fora todo o cenário da cidade do Vaticano que é lindíssima também.

Pra quem não viu o trailer, segue abaixo e por favor, levanta e vai já pro cinema que vale muito a pena!

Para acessar o site oficial, clique aqui.

The Blower's Daughter – Closer

maio 30, 2009

“Hello stranger…”

Esta bela música é interpretada pelo irlandês Damien Rice.

O responsável pela trilha do longa é Steven Patrick Morrissey, e nela constam – além de Rice – nomes como Lisa Hannigan, Bebel Gilberto e The Smiths. Vale lembrar que o tema do filme é uma ópera de Mozart: Così Fan Tutte.

Sem dúvidas é um filme excitante e que facilmente prende nossa atenção e desperta em nós aquela curiosidade inata a todo homem de querer saber e desvendar mistérios de nossa vida, pois é disso que trata o filme, a vida, seus altos e baixos, incluindo aqueles segredos, sentimentos, paixões e intenções que somente nós e as paredes de nosso quarto conhecem. O amor a primeira vista entra em questão e nossos sentimentos.

Uma curiosidade do filme: alguns de seus diálogos foram usados em letras de faixas de bandas como Panic At The Disco! e Fall Out Boy. Que prestígio, hein!

Aqui no Brasil, esta música ganhou uma versão cantada por Ana Carolina chamada “É Isso Aí”.

Escute a música …

The Blower’s Daughter – Closer

maio 30, 2009

“Hello stranger…”

Esta bela música é interpretada pelo irlandês Damien Rice.

O responsável pela trilha do longa é Steven Patrick Morrissey, e nela constam – além de Rice – nomes como Lisa Hannigan, Bebel Gilberto e The Smiths. Vale lembrar que o tema do filme é uma ópera de Mozart: Così Fan Tutte.

Sem dúvidas é um filme excitante e que facilmente prende nossa atenção e desperta em nós aquela curiosidade inata a todo homem de querer saber e desvendar mistérios de nossa vida, pois é disso que trata o filme, a vida, seus altos e baixos, incluindo aqueles segredos, sentimentos, paixões e intenções que somente nós e as paredes de nosso quarto conhecem. O amor a primeira vista entra em questão e nossos sentimentos.

Uma curiosidade do filme: alguns de seus diálogos foram usados em letras de faixas de bandas como Panic At The Disco! e Fall Out Boy. Que prestígio, hein!

Aqui no Brasil, esta música ganhou uma versão cantada por Ana Carolina chamada “É Isso Aí”.

Escute a música …